2007 © Maxim Tabachnik
Saída da passagem subterrânea
Esta abertura em arco (século II) marca o limite entre a rede subterrânea de serviços da vila e os jardins externos. Emoldurada pela escuridão, a luz adiante evoca a coreografia deliberada de visibilidade e ocultação que estruturava a vida imperial, separando o palco do poder de sua maquinaria.
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